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Lisboa: Quarteirão Histórico na Baixa vai Receber Novo Hotel de 4 Estrelas

A cadeia israelita Fattal Hotel Group comprou o antigo Convento Corpus Christi na Baixa de Lisboa, com intenção de convertê-lo num Hotel de Luxo com 130 quartos.

A Optylon Krea, uma sociedade turca dedicada ao desenvolvimento de projectos imobiliários e à gestão de investimentos, detinha até a data o antigo Convento Corpus Christi. O grupo israelita Fattal Hotel Group, fundado em 1998 e cotado na bolsa de Telavive, adquiriu recentemente o edifício, desconhecendo-se o valor da transação, mas destaca-se a entrada da marca em Lisboa.

Assim, e como tem sido bastante recorrente, a Baixa de Lisboa, o coração da capital vai ganhar mais um hotel num edifício histórico e emblemático. O antigo Convento vai ser transformado muito brevemente num hotel de categoria superior a 4 Estrelas, sob a marca Leonardo Royal Hotels. A futura unidade hoteleira terá um total de 130 quartos e ficará delimitado pela Rua dos Fanqueiros, Rua dos Douradores, Rua da Vitória e Rua de São Nicolau.

A história do antigo edifício remonta ao séc. XVII, mas foi sujeito a uma reconstrução após o Terramoto de 1755. Com este novo projeto será submetido a uma total renovação, preservando ao mesmo tempo a fachada original. O grupo israelita adianta que o novo hotel irá conjugar a tradição no seu exterior com a modernidade de design no seu interior, compartilhando assim, as mesmas características dos restantes hotéis da rede que operam neste momento.

Com este hotel na Baixa, o grupo aumenta o número dos seus estabelecimentos na Península Ibérica para dez. O Diretor-geral da marca para Espanha e Portugal, Shay Raz revelou que a empresa estava já há algum tempo em busca de uma localização atraente na capital portuguesa. Acrescenta ainda que a empresa continua ativamente a procura de novos projetos no nosso país, tanto a nível de compra de Ativos como a nível das modalidades de aluguer ou gestão.

O Diretor-geral da Leonardo Hotels na Europa e Reino Unido, Daniel Roger explica que, Lisboa era quase a última capital europeia onde o grupo não tinha presença, após a abertura de hotéis em Londres, Amesterdão e Roma nos últimos 18 meses. As previsões a médio prazo da Leonardo Hotels, apontam para a abertura de 20 novos hotéis na Europa até 2022.

A cadeia israelita conta já com mais de 200 hotéis em 18 países, num total de 180 unidades em diferentes países europeus. A Alemanha contabiliza 60 unidades em 20 cidades, enquanto que no Reino Unido o grupo opera mais de 50 hotéis, sob diversas marcas.

Shay Raz salienta a singularidade do hotel, com as dimensões perfeitas para a acomodar viajantes independentes e grupos. Além disso, a localização é claramente imbatível, e promete oferecer aos hóspedes uma experiência única, numa cidade tão atraente para o turismo internacional como é Lisboa. 

O gestor refere ainda que este projeto em Lisboa é muito excitante, pois trata-se de uma cidade com enormes potencialidades para a marca, e onde já existia há muito tempo uma enorme vontade de encontrar uma localização atraente para os seus clientes. Para finalizar, sublinha o facto de esta abertura ser uma estreia absoluta em território nacional.

 

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Tornou-se mais caro Comprar Casa em Lisboa do que em Madrid e Barcelona

Segundo a Consultora Imobiliária Savills Portugal, a capital portuguesa superou os preços médios do segmento de luxo de cidades como Madrid e Barcelona, cerca de 10.000 euros/m2. Hong Kong é a cidade mais cara, seguida de Nova Iorque e Tóquio.

O estudo realizado sobre o sucesso do Mercado Português, revelou que o Mercado Residencial Português atravessa um momento alto, sendo considerado o segmento mais bem-sucedido no mercado imobiliário em Portugal. A consultora salienta mesmo com os desequilíbrios existentes entre a Oferta e a Procura, os produtos destinados à classe média já começam a ser actualmente um objetivo dos promotores. Esta tendência representa uma boa notícia para este segmento de mercado.

O relatório avança que em Portugal, a taxa de juro nos empréstimos à habitação continua muito atractiva, sem haver previsão de oscilações que perturbem o mercado a médio prazo. Os investidores estão confiantes, apoiados pelo esforço que tem sido realizado para preservar a estabilidade da Zona Euro e os estímulos à economia, que por sua vez têm aumentado a procura pelos diversos tipos de crédito. Assim, o montante concedido em 2019 de crédito à habitação, foi sem dúvida o ano em que ultrapassou o marco da última década.

Por outro lado, a procura de habitações por parte dos estrangeiros em Portugal tem aumentado naturalmente, dado a diversas situações impactantes como Vistos Gold, Investimento, Segunda Habitação e Habitação Permanente. Mesmo após a entrada em vigor apenas em 2021 das restrições à concessão de Vistos Gold, o principal efeito não deverá ser sentido nos preços em aquisição de imobiliário, no curso deste ano.

Em Lisboa, a reabilitação urbana como tem vindo fortemente a ganhar espaço face aos projetos de promoção, a aposta em projetos novos de raiz é uma oportunidade de mercado que se apresenta cada vez mais como uma necessidade a ser preenchida.

A consultora refere ainda que na Área Metropolitana de Lisboa, tanto o valor total bem como o número de casas transacionadas têm aumentado constantemente, desde 2013 até 2018. Mas, o ano 2020 manterá a tendência e prevê-se ser tão promissor como a boa performance anterior. No entanto, O desvio evidente da mão de obra e dos promotores para os projetos de reabilitação é significativo, em comparação com os edifícios novos concluídos.

Assim, a Savills Portugal, reconhece que a reabilitação urbana continuará a dominar nos concelhos de Lisboa e do Porto, muito por causa da valorização que os centros históricos têm tido nos últimos anos, em grande parte impulsionados pelo turismo, porque, entre outros motivos, os custos de construção são tendencialmente mais reduzidos na reabilitação face à promoção. Por influência da procura e da localização, muitas vezes os preços de venda das habitações reabilitadas são superiores aos das habitações novas.

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Lisboa: Início de construção de 128 fogos a preços acessíveis em Entrecampos

A Câmara Municipal de Lisboa (CML) já colocou a primeira pedra do primeiro lote de 128 fogos a preços acessíveis, de um total de cinco. Trata-se de um projeto que está a nascer na Avenida das Forças Armadas, num investimento global de 80 milhões de Euros.

Naqueles terrenos municipais está prevista a construção de um total de 476 habitações, destinadas aos jovens e às famílias da classe média. Segundo a CML, os restantes quatro lotes do empreendimento irão estar todos em obra antes do final do ano, onde vão estar incluídos, além das habitações, vários equipamentos sociais. O Presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, revelou durante a sessão que sinalizou o arranque da obra, que dentro de cerca de ano e meio, irão estar concentradas nesse local centenas de pessoas, jovens e famílias da classe média, que sem este projecto de Renda Acessível, e sem a iniciativa da Câmara, não teriam esta possibilidade de viver no centro da cidade de Lisboa.

Projeto: Operação Integrada de Entrecampos

Fernando Medina explicou que esta construção em terrenos municipais, que viveram décadas sem ter um destino definido, faz parte do projeto de Renda Acessível da designada Operação Integrada de Entrecampos, dado tratar-se de uma zona central da cidade de Lisboa que tinha inúmeros problemas para resolver.

O autarca salientou ainda que os futuros residentes destas habitações, terão a possibilidade de viver numa zona nobre e central da capital, em construções de altíssima qualidade com os mais elevados padrões do ponto de vista ambiental, facultando uma melhor qualidade de vida. Sem esquecer, que a referida zona terá infraestruturas a nível escolar e a nível do reforço das infraestruturas de apoio aos idosos, num contexto de proximidade.

Medina defende a necessidade de acelerar a resposta municipal de acesso à habitação, ao frisar ainda que sendo Lisboa uma cidade de ciclo curto, as pessoas têm que viver mais perto do local de trabalho e de onde os filhos estudam.

Assim, o regulamento da Renda Acessível estabelece que cada pessoa ou família deverá gastar no máximo 30% do seu salário líquido na renda. De acordo com a Autarquia, o valor da renda de um T0 varia entre 150 e 400 euros, o de um T1 situa-se entre 150 e 500 Euros e um T2 terá uma renda que pode ir dos 150 aos 600 euros. Para as tipologias superiores, os inquilinos irão contar com uma renda mínima de 200 Euros e máxima de 800.

O primeiro concurso do Programa de Renda Acessível de Lisboa realizou-se em Março passado e registou 3.170 candidatos para um total de 120 fogos.

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Lisboa: Câmara pretende comprar imóveis prontos a habitar aos privados

Com o intuito de preparar um caderno de encargos para concurso público, a Autarquia irá iníciar uma consulta ao mercado.

A Vereadora da Habitação, Paula Marques, levou a sua proposta a debate e votação na reunião do executivo camarário, ao defender a urgência de se mobilizar um grande número de meios e recursos, de forma a responder rapidamente ao natural agravamento da crise de habitação. Esta medida visa disponibilizar em menos tempo possível, habitações em condições de serem habitados de imediato, face ao contexto causado pela pandemia do Covid-19. Deste modo, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) aprovou a compra de imóveis privados prontos a habitar, para ampliar o parque municipal da capital.

Esta aprovação implica que a autarquia proceda de imediato a uma consulta de mercado, com vista à preparação de um caderno de encargos para concurso público de aquisição de fogos. Consistirá mais concretamente, em habitações atualmente no mercado de Alojamento Local, de preferência no mesmo empreendimento ou edifício em estado de imediata utilização e afetação aos programas habitacionais do município. A proposta aprovada prevê ainda que seja aplicado o instrumento do Direito de Preferência, sempre que este seja possível.

A vereadora salientou igualmente, a existência de uma carência grave de oferta habitacional a preços mais acessíveis para as famílias de rendimentos médios e mais baixos em Lisboa. Explica que o mercado de arrendamento de média/longa duração encontra-se estagnado, tornando-o inacessível às famílias que procuram residir em Lisboa, o que por sua vez conduz muita vezes ao seu afastamento para as periferias.

Paula Marques frisa ainda, que este momento crítico exige imediatamente medidas excecionais e de emergência, mas também de preparação do futuro próximo. A atual crise pandémica está a afetar toda a população em geral, mas os grupos mais vulneráveis estão a ser afetados de forma mais severa, com um impacto significativo ao nível económico e social, como os trabalhadores precários, e trabalhadores por conta de outrem de pequenas e médias empresas.

Lisboa tem apenas 7% de parque habitacional público. Como tal, o Estado, e mais precisamente o Município, deve utilizar os meios ao seu dispor para enfrentar à atual carência das famílias, conclui a Vereadora. 

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Escrituras de Imóveis passarão a ser feitas à distância

O Conselho de Ministros discute projeto para tornar viável a compra e venda de imóveis de forma desmaterializada.

Medidas que visam a promoção da economia digital, como o objetivo de tornar a compra e venda de imóveis possível à distância já era antigo, mas tem se vindo a arrastar no tempo sem se concretizar. No entanto, com a crise causada pela pandemia, a realização de escrituras públicas e outros actos que envolvem Conservatórias e Notários, fundamentais para o setor imobiliário e para a economia em geral, tornou-se rapidamente umas das prioridades do Governo. O diploma legal discutido em Conselho de Ministros, deverá ter por enquanto um caráter experimental.

Anabela Pedroso, Secretária de Estado da Justiça está a coordenar o projeto com outras entidades, tais como a Autoridade Tributária, dado os impostos associados às transações, bem como o Instituto Nacional dos Registos e do Notariado e o Instituto dos Mercados Públicos, do Imobiliário e da Construção. Além de outros intervenientes como certos representantes do setor imobiliário e da Ordem dos Notários.

Assim, a compra e venda de imóveis à distância está agora mais perto de se concretizar, depois de já ter sido possível a realização de contratos de compra e venda, bem como de arrendamento. Além de outros processos que vieram aliviar o setor imobiliário neste contexto de crise, na realização de operações.

O Ministério da Justiça está a preparar através de mecanismos informáticos, um leque de medidas, em conjunto com notários e imobiliárias, que irá agilizar as escrituras públicas, realizadas por lei nas conservatórias e cartórios. A autenticação das assinaturas também está na agenda, mas ainda não há datas para a entrada em vigor das referidas medidas.

Segundo a Ministra da Justiça, esta nova funcionalidade será para manter mesmo depois do regresso à “normalidade”, para dar continuidade a realização dos negócios. Uma das medidas comporta a possibilidade de notários e agências imobiliárias terem um acesso direto à informação predial simplificada dos imóveis. Estes dados consistem mais concretamente, na descrição do prédio, na identificação dos proprietários, e se o imóvel está hipotecado ou se está penhorado.

No fundo, o acesso a este tipo de informação evita uma ida ao registo predial pedir e pagar uma informação certificada do imóvel, quando se está a formalizar uma proposta de compra e venda, sem ter a certeza se o negócio vai mesmo avançar. Contudo, o acesso não será gratuito, mas os valores serão muito inferiores ao custo de uma certidão passada pelo conservador, que desta forma só terá de ser solicitada quando o negócio se concretizar.

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Prata Riverside Village: Empreendimento na linha do Tejo em fase de acabamento até 2023

A promotora VIC Properties tenciona finalizar as obras por completo em todo o empreendimento residencial até ao final de 2023.

Diretamente ligado ao Parque das Nações, e situado na primeira linha de rio, a poucos metros da margem do Tejo, o Prata Riverside Village,  continua a progredir a todo o gás, sob a responsabilidade da promotora, a VIC Properties. Este empreendimento  assinado pelo Pritzker Renzo Piano, e considerado um dos maiores projetos residenciais em Lisboa, já iniciou a construção de mais três edifícios, que deverão ficar terminados na totalidade em 2023. 

No passado mês de abril, a promotora já dera início a construção de um novo edifício, e agora em maio vai decorrer os trabalhos de outro edifício, onde está previsto um total de 172 apartamentos. A estes juntam-se mais 107 novos apartamentos de outro lote em construção, cuja conclusão desta e outras duas obras está prevista durante 2021. Luís Gamboa, CEO da promotora, relembra que a empresa está determinada em desenvolver rapidamente a totalidade do projeto até final de 2023.

Além disso, a promotora assegura ainda este ano, a conclusão do segundo edifício do projeto, constituído por 40 apartamentos. Este junta-se assim à primeira obra terminada, cujos 28 apartamentos se encontram já totalmente comercializados e habitados.

As restantes obras do empreendimento então todas em desenvolvimento neste momento, com especial destaque para o edifício que será o coração de todo o projeto. Trata-se de um espaço totalmente destinado à atividade comercial, ao concentrar uma vasta oferta na área alimentar. Engloba ainda, um edifício dedicado a atividades de fitness, que inclui piscina e/ou SPA, para os habitantes do condomínio e também para a comunidade visitante.

Desejo vivo em integrar a Bolsa

VIC Properties revela que tem tido um constante interesse em vir a ser cotada na Bolsa, aguardando por isso, o melhor momento para dar início ao processo. Luís Gamboa, salienta que todos os objetivos têm de ser naturalmente ajustados face ao período conturbado que o mundo atravessa, desconhecendo o tempo que irá demorar.

O responsável acrescenta ainda, que a empresa continua a trabalhar e a fechar negócios, que já estavam em curso antes do agravamento da pandemia. Acredita existir uma noção cada vez mais generalizada de que ativo imobiliário, tem uma volatilidade diferente de outro tipo de investimento, e que por essa razão, o interesse no setor deverá manter-se.

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Irá Existir uma Queda Acentuada de Preços no Imobiliário?

O Diretor Geral da Porta da Frente | Christie’s, Rafael Ascenso, mostra confiança e revela boas perspetivas na recuperação rápida do setor em Portugal.

O nosso país continua a ter tudo para ser um destino de eleição para viver e investir. Esta é a convicção de Rafael Ascenso, que se mantém muito otimista quanto ao futuro do setor. O responsável defende que o contexto de incerteza provocado pela pandemia do Covid-19 será puramente passageiro e acredita plenamente numa recuperação mais rápida do que é esperado. 

Rafael Ascenso salienta que não irá existir uma queda acentuada de preços no imobiliário, exceto nalgumas situações. Explica por exemplo, que nas circunstâncias atuais, grande parte das pessoas ficaram privada dos seus rendimentos, e por isso se sintam mais compelidas a vender os seus imóveis por um preço inferior ao valor de mercado. A razão poderá ser por falta de liquidez ou pela impossibilidade de manter a casa que têm. No entanto, não será razão suficiente para originar uma redução drástica de preços.

O responsável prossegue salientando o facto de as crises anteriores terem tido sempre um culpado definido, ao contrário do que existe atualmente. Considera que a recuperação será muito mais rápida, pois o cenário mudou muitos nos últimos 6 anos. Antes existiam promotores e compradores endividados, e uma pressão forte do setor financeiro sobre essas entidades. Hoje, esse constrangimento já não existe, o que permite uma solidez muito maior.

Vendas Vs Arrendamento

Rafael Ascenso fez igualmente um balanço do comportamento do mercado de vendas e arrendamento nesta conjuntura. Mostra-se bastante confiante quanto ao futuro, e acredita que não passa de um período transitório com impacto, sim, mas que não irá abalar a confiança. Apesar de tudo, Portugal tem dado um contributo muito forte para a coesão do território, reforçando a sua solidez enquanto destino para investir e viver.

Sendo o público estrangeiro uma das principais fatias das vendas em Portugal, a mais recente menção da revista norte-americana Forbes, que escolheu Portugal como um dos melhores destinos do mundo para um reformado estrangeiro morar, são cruciais para estimular um mercado que nos tem impulsionado durante muitos anos.

Sem contrariar a tendência, o nosso país vai continuar a ser o melhor país entre relação de custo e qualidade de vida, além de ser extremamente unido e acolhedor. Por essa razão, a retoma da procura vai ser muito mais rápida do que o que o esperado. O investimento estrangeiro vai ser a força motora para o nosso mercado recuperar valor.

Relativamente ao mercado de arrendamento, o Responsável refere que este mercado tem estado estagnado por falta de oferta, mas no cenário atual poderá agora ter uma oportunidade para reencontrar o equilíbrio. Nos últimos anos, verificava-se uma transição de imóveis de arrendamento para o Alojamento Local.  Agora, observa-se o inverso: estes imóveis estão de regresso, e, portanto, irá existir em breve, uma maior oferta no arrendamento, que será extremamente positivo para dinamizar de novo este mercado.

Rafael Ascenso salienta que o imobiliário será mais uma vez, o meio ideal para investir poupanças, pois trata-se do melhor investimento que as pessoas podem realizar. De facto, este período de confinamento a que estamos a sujeitos, vem confirmar isto com ainda mais força.

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Irá o Setor Imobiliário recuperar o fulgor perdido na sequência da Pandemia?

Apesar do futuro próximo não se revelar muito promissor na conjuntura geral, o Mercado Imobiliário regista já sinais lentos de inversão de tendência do lado da procura, estimando-se uma recuperação mais demorada.

Contudo, está previsto o mercado de compra e venda de moradias recuperar de forma mais rápida, dado que este tipo de produto se destina geralmente, a segmentos de população com rendimentos superiores. Alem disso e como tem acontecido no caso dos apartamentos, este mercado não irá sofrer uma maior instabilidade de preços, graças à injeção de novo produto oriundo do Alojamento Local (AL).

Actualmente, quem tem o poder, é a procura. Antes, até meados de Março, quem definia preços era o proprietário. Mas os papeis inverteram-se, pois, o comprador sabe que é um ativo raro e é ele quem dita agora as condições. Já existem potenciais clientes que só visitem imóveis na condição do proprietário baixar 10% do preço logo à cabeça. E com o eventual agravamento da crise económica, não poderão mesmo acabar por aceitar?

A queda significativa da procura imobiliária parece já ter iniciado a sua recuperação, mas com um comportamento não muito proporcional, que resulta sobretudo da combinação de 3 factores: 

  • Sanitário, dado que o estado de emergência ainda se encontra em vigor e por isso, o isolamento social continua imposto à toda a população.
  • Emocional, pois a questão que se impõe não é a de perceber se é possível adquirir um imóvel, mas sim se as famílias se encontram emocionalmente preparadas para tomar essa decisão neste momento.
  • Económico, na sequência do colapso económico ter lançado mais de 1 milhão de Portugueses para o lay-off e para o desemprego, e todos os sinais apontarem para uma deterioração do emprego e da conjuntura económica em Portugal nos próximos 2 anos.

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Comprar Casa em plena Pandemia? Eis 5 Conselhos Úteis

A pandemia do Covid-19 apanhou toda a gente de surpresa e deixou o mundo inteiro em suspenso. O sector imobiliário não foi exceção, sofrendo um abalo, mas apresenta-se com grandes expectativas e com sinais positivos quando chegar a retoma. Entretanto, para todos os que continuam a procura de uma casa, a Moontown deixa-lhe aqui algumas dicas.

1. Porque não visitar os seus imóveis favoritos de forma virtual?

Devido ao isolamento social a que estamos sujeitos desde março, as visitas presenciais aos imóveis deixaram de ser possíveis por motivos de segurança. De forma a evitar contágios e poupar tempo em deslocações, as visitas continuam a ser realizadas, mas virtualmente. Assim, não perca a oportunidade e facilidade de chegar aos imóveis à distância de um clique. A tecnologia de rotação 360º permite-lhe “entrar em casa” pelo monitor do seu computador e percorrer todos os ângulos da casa. Posteriormente, seleccione os imóveis que acha que valeria a pena visitar presencialmente, quando terminar a fase de pandemia. A visita física será sempre fundamental, para ver todos os detalhes que não conseguiu detectar online. 

2Facilidade em negociar melhor

É um facto: de momento, existe menos procura e muitas habitações disponíveis para venda. Anteriormente, um imóvel podia entrar no mercado e ser vendido em menos de três dias, agora é possível demorar meses. Nestas circunstâncias, é normal e esperado que os proprietários reduzem os preços e que estejam também mais disponíveis para negociar, para tentar escoar os seus imóveis. Este será sem dúvida o melhor momento para comprar. Por isso, mantenha-se informado e analise o mercado na zona onde pretende adquirir um imóvel. Prepara-se para negociar com o proprietário, e garante um bom negócio.

3. Aproveitar para refletir no que valoriza efetivamente numa casa

Este período de quarentena, obrigou-nos a todos a passar mais tempo fechados em casa, e a encarar problemas que antes desconhecíamos: falta de espaço para que cada um possa fazer individualmente as suas atividades, falta de áreas exteriores, sala sem luz natural, ou até mesmo a presença ruidosa dos vizinhos. Aproveite o isolamento para compreender o que realmente valoriza numa habitação, de forma a encontrar uma solução à sua medida. Se valoriza um bom isolamento térmico, se gostaria de ter um quintal ou se está a pensar aumentar a família, deve procurar uma casa que responda já a estas necessidades.

4. Garantir antecipadamente o Crédito Bancário

Com a situação de pandemia ainda longe da erradicação total, verifica-se uma maior resistência dos bancos em conceder crédito, que por sua vez pode inviabilizar inúmeros negócios. Caso necessite de obter um crédito à habitação, contacte o seu banco e saiba primeiro quais as possibilidades de o conseguir e a que preço. Deste modo, reduz o risco mais à frente, de perder a casa que deseja, por falta de aprovação do crédito.

5. Este é o melhor momento para investir

Se possuir algumas poupanças, esta é a oportunidade para investir em imobiliário, pois trata-se de um mercado que produz sempre bons rendimentos a longo prazo. Com a previsível descida de preços e uma maior abertura para negociar, aproveite qualquer oportunidade para comprar alguns imóveis, que poderá mais tarde colocar no mercado de arrendamento, ou até vender logo que o mercado volta a estar em alta. As crises são cíclicas, por isso com a retoma da procura e a recuperação dos valores habituais a médio prazo, irá facilmente lucrar com o investimento.

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Investidores Chineses atentos aos Negócios com descontos na Europa

Inúmeras empresas Europeias estão a pedir empréstimos para subsistir, o que poderá ser visto como uma oportunidade de negócio na China.

Com o intuito de realizar negócios que podem vir a ser fechados com descontos, as empresas e os investidores Chineses estão de olho no Mercado Europeu. Isto numa altura em que a pandemia do novo coronavírus está a obrigar muitas empresas Europeias a ter de recorrer a empréstimos bancários para permanecerem activas.

De acordo com a Bloomberg, os bancos estão a constatar que tem havido um aumento das consultas por “Ativos” Europeus por parte de empresas e fundos Chineses. No entanto, muitos dos potenciais compradores são companhias estatais, o que poderá criar alguma polémica, dado que as eventuais ofertas podem ter como origem, empresas Chinesas que têm também elas participação do Estado.

A Agência avança ainda que na Europa, existem setores com a liquidez afetada como a Aviação, Hotelaria e Ligas de Futebol, que tem procurado ajuda financeira devido à paralisação dos negócios causada pela pandemia. Assim, e de forma a antecipar potenciais ofertas hostis, que incluem investidores chineses, algumas empresas Europeias estão a preparar estratégias de defesa.

Uma vez que as empresas estão demasiado ocupadas em fazer face à pandemia, e pelo facto de não haver de momento muita concorrência no mercado em relação a este tipo de negócios, pode fazer com que estas empresas e investidores Chineses tenham mais pressa em fechar negócios. Mas provavelmente poderá não acontecer assim tão cedo, dado todo o contexto geral que se vive.

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