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Porto Business Plaza: Antigo Shopping será convertido em Centro de Serviços e Comércio

Um novo projeto de serviços e comércio, irá ver a luz do dia em pleno centro do Porto, na zona do Bonfim, num investimento que ronda os 11 milhões de Euros. Uma empresa do Grupo SDC Investimentos é responsável pela reabilitação e reconversão do antigo Central Shopping, no futuro Porto Business Plaza. Este será comercializado pela Cushman & Wakefield em regime de exclusividade.

Inaugurado em 1996, o antigo centro comercial situado na zona da Baixa do Porto, encontra-se encerrado há mais de dez anos. As obras irão agora iniciar no terceiro trimestre deste ano, com duração aproximada de 1 ano.

A segunda fase do relançamento comercial deste complexo, já tinha arrancado em 2016 com a reabertura do terminal rodoviário, um parque de estacionamento com cerca de 300 lugares e com a ocupação de 12.000 m2 de escritórios pelo banco francês Natixis.

Porto Business Plaza ao pormenor

Localizado entre a Rua de Santos Pousada e o Campo 24 de Agosto, o renovado empreendimento irá disponibilizar uma área bruta locativa (ABL) total de 17.000 m2 repartidos por 2 pisos, maioritariamente em open space. Deste modo, a instalação de diversas empresas torna-se possível, ocupando grandes áreas de dimensão variável, até cerca de 6.800 m2 num único piso.

Os promotores salientam ainda a existência de 1.000 m2 para retalho. Como complemento, prevê-se uma intervenção nos antigos cinemas do mesmo centro comercial, que serão convertidos num espaço polivalente de 3.500 m2.

De acordo com a Cushman & Wakefield, o Porto Business Plaza vem resolver a falta de oferta no centro da cidade de grandes áreas de serviços. Além de atrair grandes entidades para o edifício, a construção de espaços verdes e a nova praça de restauração do empreendimento, irão revitalizar e trazer uma nova dinâmica a esta zona da cidade.

Enorme valorização da Baixa do Porto

O projeto integra igualmente uma intervenção paisagística na praceta adjacente ao Campo 24 de Agosto, da autoria do arquiteto Luís Alçada Baptista. Nela nascerão largos espaços verdes e uma zona de restauração e de lazer. A partir da renovada praceta, o acesso à Rua de Santos Pousada será facilitado através do edifício, melhorando significadamente a circulação dos peões na área.

A promotora mostra-se confiante e acredita que a renovação deste equipamento encerrado há longos anos, irá conduzir a uma importante valorização de todo o quarteirão. Apresenta-se assim, como um ponto de referência no processo de revitalização desta área da cidade, justificando o investimento realizado pelo grupo.

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Amoreiras: Já Iniciaram as Obras de Construção do Edifício Tower–Urban Feel pela Alves Ribeiro

A promotora imobiliária Vanguard Properties (VP), responsável pela comercialização do novo projeto na zona das Amoreiras, anunciou recentemente o arranque das respetivas obras em Lisboa, num investimento avaliado em 30 milhões de Euros. Trata-se de uma torre residencial com 34 apartamentos e 15 pisos acima do solo, denominada A’Tower – Urban Feel, cujas obras vão prolongar-se por 18 meses, pela mão da Alves Ribeiro S.A.

Projetado pelo atelier Saraiva & Associados, trata-se um edifício de escritórios que está a ser reconvertido num edifício de habitação, cuja arquitetura contemporânea e mistura de materiais nobres conferem um ambiente moderno e acolhedor. Além dos acabamentos sofisticados, as linhas dinâmicas acentuadas pelas várias varandas, oferecem vistas panorâmicas sobre o Parque de Monsanto e o centro da cidade.

Outro detalhe que certamente irá atribuir uma certa distinção ao edifício, é a intervenção artística prevista numa das empenas do edifício, e que ocupará uma superfície vertical com cerca 500 m2. A promotora acrescenta ainda que todos os residentes terão à disposição em zonas comuns, piscina exterior na cobertura do 16º piso, bem como piscina interior, SPA, ginásio, parque, portaria e serviço de Concierge.

Assim, de acordo com o Director da VP, o projeto A’Tower – Urban Feel distingue-se pela enorme qualidade, exclusividade, localização e vistas excecionais. O responsável está confiante que o empreendimento será um sucesso à nível comercial, e que se tornará num dos marcos arquitetónicos da capital. O responsável salienta ainda que nenhum pormenor no âmbito da qualidade de materiais, design, decoração e conforto foi deixado ao acaso.

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Oeiras: Teixeira Duarte Aposta em Projeto Imobiliário com Chineses da CSCEC

A Teixeira Duarte anunciou recentemente, o desenvolvimento de um projecto imobiliário em Oeiras, em parceria com a China Construction Portugal, que pertence à CSCEC – China State Construction Engineering Corporation. integrado num grande espaço verde, o empreendimento integra diversos edifícios de escritórios, habitação e comércio, com potencial para se tornar um modelo de referência no campo da inovação
e da sustentabilidade.

Pedro Teixeira Duarte, líder da empresa portuguesa esclarece que o acordo consiste na venda de 50% de uma participada do Grupo, detentora dos terrenos onde será construído o projeto, pelo montante de 31,1 milhões de Euros. Desta forma estima-se um impacto em 22,2 milhões de Euros nos resultados da Teixeira Duarte, com a alienação de ações à China Construction Portugal. Assim, os Chineses continuam a aumentar a sua presença em Portugal.

Após o referido anúncio da Teixeira Duarte, as ações dispararam 6,49% no próprio dia e na abertura da sessão do dia seguinte voltaram a disparar 5,28% para 12,95 cêntimos, o que corresponde ao nível mais elevado desde 15 de Maio. No fecho da sessão, no entanto, as acções desvalorizavam 5,86%.

Quase a cumprir o seu centenário, a Teixeira Duarte atua em Portugal desde 1921, movendo-se no sector imobiliário há mais de 40 anos, ao construir projetos de grande escala, em diversos segmentos do mercado e em diferentes países. Quanto ao seu parceiro neste projeto em concreto, o Grupo CSCEC é considerado um dos maiores conglomerados de investimento e construção a nível mundial, tendo a classificação de nº21 no ranking “Fortune Global 500”.

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Projeto Lapa River: Centro de Lisboa volta a ser Aposta do JPS Group

A Promotora JPS Group está a apostar de novo no centro da cidade, desta vez, com o Lapa River. Trata-se de um pequeno condomínio de luxo resultante da reabilitação de um prédio dos anos 30, em pleno coração do bairro histórico da Lapa, com vista para o rio Tejo.

O edifício cujo charme será preservado e refinado, é constituído por 10 apartamentos, nos quais será utilizada uma linguagem arquitectónica elegante e simples nos interiores. Além disso, estarão presentes detalhes de luxo e conceitos inovadores como, por exemplo, o coliving associado ao histórico. No exterior, o Lapa River integra uma piscina com um jardim comum ao condomínio, e ainda uma sala de convívio onde as novas tecnologias se encontrarão por toda a parte.

O CEO da JPS Group, João Sousa salienta que os apartamentos foram projetados com toda a privacidade e conforto, onde se apostou forte na última tecnologia para um melhor aproveitamento dos apartamentos. As habitações estão inseridas num condomínio onde não faltarão igualmente espaços para conviver.

Além do Lapa River, cujo lançamento está previsto ainda para 2019, a promotora encontra-se também a desenvolver outros projectos residenciais fora do centro de Lisboa. As obras do SkyCity e o Dream Living em Carnaxide, estão a avançar a grande velocidade, e os trabalhos do empreendimento Sea View Residence na Ericeira, vão iniciar brevemente.

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Gaia: Armazéns do Vinho do Porto Convertidos em Novo Condomínio de Luxo

Encontra-se em marcha um novo projeto imobiliário a ser desenvolvido no Cais de Gaia. Com vista para o rio Douro e a cidade do Porto, os seis antigos armazéns de vinho do Porto requalificados, poderão ser destinados para habitação ou exploração turística.

As obras do novo empreendimento The Rebello promovido pela Consultan, arrancaram no presente mês, e vão conservar o essencial das antigas fachadas dos armazéns ali instalados desde o século XVIII. O promotor estima que as primeiras casas comecem a ser habitadas em 2021, com preços de venda desde os 220.000 Euros.

Assim, os trabalhos de requalificação consistem em transformar os 6 antigos armazéns de vinho do Porto, em 106 apartamentos de luxo. Localizados mesmo ao lado das Caves do Vinho do Porto, 46 desse conjunto de 106 apartamentos, ficarão de fora do modelo hoteleiro. Contudo, os restantes 60 apartamentos ficarão disponiveis para exploração turística.

Guilherme Grossman, o responsável por este projeto, frisa que se trata de um dos grandes projetos desenvolvidos pela Consultan no Porto, e foi especialmente desenhado para investidores. Deste modo, será possível assinar um contrato de exploração turística aos compradores destes imóveis, para que em determinados períodos do ano, possam transformar-se em parte de um hotel.

Todos os apartamentos integrados neste modelo hoteleiro, recebem um serviço de manutenção associado a esta prestação de serviços, e terão os seus quartos decorados pelo gestor hoteleiro. A rentabilidade anunciada para esta modalidade é de 4% ao ano, durante 3 anos. Ao fim do quarto ano, é oferecido um rendimento proporcional à ocupação do apartamento, a rondar os 6%. 

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FMI Reconhece Aumento nos Preços das Casas em Portugal, mas considera não agir ainda

Embora a crescer a um ritmo mais lento, os preços das casas em Portugal continuam a aumentar.  O Fundo Monetário Internacional (FMI) está ciente da situação, mas por enquanto afasta a necessidade da interferência do Governo. Explica que grande parte das transações imobiliárias não foram financiadas com hipotecas.

Segundo um relatório do FMI, a instituição indica que a subida dos preços das casas em Portugal é clara, variando de forma significativa de região para região. frisa ainda que, a maioria das transações imobiliárias não foram financiadas com hipotecas, e como tal dispensa qualquer ação política de momento.

Estas mesmas transações imobiliárias, responsáveis pelo disparo dos preços das casas, ocorreram em locais de referência como Lisboa e Porto, bem como estiveram associadas ao crescimento elevado do turismo e aos investimentos diretos de não-residentes, justifica o FMI.

A entidade defende que, se a subida expressiva dos preços continuar, poderá conduzir a um aumento dos créditos à habitação que por sua vez, fará crescer ainda mais, a exposição da banca ao mercado imobiliário. Por conseguinte, o FMI aconselha as autoridades portuguesas seguir de muito perto a evolução dos mercados hipotecários, de modo a implementar medidas regulamentares, caso seja necessário.

Mercado Imobiliário em alta, apesar de abrandamento lento dos preços

Muito recentemente e após vários alertas, a Comissão Europeia prestou igualmente declarações sobre o mercado imobiliário português, ao salientar uma evolução mais moderada dos preços das casas no país, embora de forma lenta. As últimas previsões vindas de Bruxelas, apontavam no primeiro trimestre de 2019 para um crescimento rápido dos preços das casas, acima de 9% em termos homólogos, desacelerando apenas ligeiramente comparado com os dois últimos anos.

Sendo um dos países, entre os 28 Estados-membros da União Europeia, onde os preços das casas mais subiram desde finais de 2018, a dinâmica do mercado imobiliário continua em alta em Portugal, onde comprar casa é cada vez mais caro. No segundo trimestre deste ano, o preço das casas voltou a aumentar 4,5%, fixando-se nos 1.932 Euros por m2. Sem surpresas, Lisboa é a zona mais cara para adquirir um imóvel, com preços a rondar os 2.807 por m2.

Segundo os dados anunciados pelo INE, o preço da habitação em Portugal manteve o ritmo de subida no primeiro trimestre de 2019, embora em Lisboa e no Porto se verifica já um abrandamento na subida dos preços. Deste modo, uma oferta mais elevada de imóveis para venda vai permitir equilibrar o mercado, que por sua vez, conduzirá a um abrandamento do ritmo de subida dos preços para um nível mais sustentável, em consonância com o crescimento económico.

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Porto: Portugueses são os Principais Clientes da Habitação de Luxo e Foz destronada pelos Aliados

O mercado da habitação de luxo promovido no Porto continua a ter como melhores clientes, os Portugueses. Estes representam atualmente 84% do total, enquanto que os restantes 16% dos compradores são internacionais. Ao mesmo tempo, verifica-se uma expressiva mudança no mercado residencial da Invicta: a Avenida dos Aliados tem vindo a superar a Foz, na quantidade de projetos em promoção.

De acordo com um estudo realizado com o apoio da Câmara Municipal do Porto, a zona que envolva a Avenida dos Aliados, no centro do Porto, concentra 85% de todo o investimento estrangeiro no Porto. Naturalmente, também é a zona que regista o valor médio da habitação mais elevado, com 4.977€/m2.

Segue-se a zona da Foz e Nevogilde (zona Ocidental) com um preço médio de 4.790€/m2, e da Marginal do Rio Douro, que apresenta 4.203€/m2. Assim, a Avenida dos Aliados ultrapassa a zona da Foz na quantidade de projetos em promoção, bem como nos preços, com o eixo Mouzinho/Flores a atingir máximos de 10.890 Euros/m2. Na Foz, os valores são de 9.000Euros/m2.

Baseado num levantamento exaustivo da oferta dos últimos três anos, ao analisar cerca de 2.900 frações em cinco zonas diferentes, o estudo retrata de forma realista, o estado do mercado imobiliário residencial na cidade do Porto. Permite concluir, por exemplo, que o valor médio por m2 no concelho do Porto é de 3.617€, onde a oferta de T1 é predominante, representando cerca de 35% do total das habitações.

Centro com preços mais altos, repartido por muitas microzonas

O centro da cidade é a zona que concentra mais empreendimentos residenciais do Porto, num total de 117, embora uma grande parte se desenvolva em Cedofeita. Contudo, é também aqui que se concentra o maior número de microzonas, sendo estas 38% mais caras que o preço médio do resto da cidade: assinalam uma média de 4.977€/m2”.

A zona marginal do Douro, mais conhecido por Riverside no mercado residencial, absorve 9% dos empreendimentos do Porto, cuja área destaca-se como uma nova zona de desenvolvimento, sendo a ligação entre a Baixa da cidade e a zona Ocidental (Foz do Douro/Nevogilde e Aldoar). A Riverside é também a zona, onde se verifica o segundo valor médio de venda mais elevado da cidade: 16% mais elevado.

É na zona Ocidental onde encontramos 17% da oferta da cidade e onde estão situados os empreendimentos de melhor qualidade e com maior concentração de apartamentos T4. A Foz é a microzona mais cara, concentrando igualmente aqui 65% da oferta, com 5.526€/m2 de valor médio.

Por fim, a zona Oriental representada pelo Bonfim e Campanhã, dispõe de 17% da oferta total de empreendimentos, a um preço de venda de 3.043€/m2, ou seja, 16% abaixo do valor de referência para a cidade.

A área Innovation District destaca-se na construção nova

O Innovation District, de que fazem parte as Freguesias de Ramalde e Paranhos, representa 13% da oferta da Invicta e tem um preço médio de 2.725€/ m2, 32% abaixo da referência da cidade. Esta zona é definida por possuir maioritariamente empreendimentos de grandes dimensões, com uma média de 25 frações, e prevê-se que será a zona com maior oferta no futuro.

Os dados do estudo confirmam o rumo de uma mudança. Neste momento, pode observar-se o alargamento do segmento alto da Foz para o Centro e para a Riverside. Na verdade, estas zonas mais caras ganharam novo dinamismo porque se reinventaram. Assim, prevê-se que o Innovation District se torne rapidamente na zona emergente de destaque,que vai permitir responder eficazmente à futura procura. Além disso, a Câmara Municipal do Porto considera também, uma das zonas prioritárias de desenvolvimento.

Em termos habitacionais, prevê-se que o Innovation District irá ter 40% da oferta futura e o Centro da cidade 25%. Assim, estas duas zonas são as que apresentem mais perspetivas de dinamização do mercado, devido ao plano estratégico da cidade, associado a revitalização e a reabilitação destas duas zonas especificas, impulsionando o desenvolvimento do património privado e público.

A Innovation District prevê a maior área de construção, com mais de 65 mil m2, inseridos no projeto da Round-Hill-Capital, em Paranhos e uma oferta de preço mais direcionado para o mercado nacional. Enquanto que a maior concentração de empreendimentos em fase de desenvolvimento, irá manter-se no Centro da cidade, com oferta prevista para os próximos três anos.

Perspetivas de evolução do mercado promissoras no Porto

O estudo adianta ainda que o Porto vai continuar a ter um mercado habitacional em plena evolução. Neste momento, existem quase 100 empreendimentos na cidade, com cerca de 190 mil m2 de área de construção, agendados para os próximos anos, mantendo vivo o dinamismo do setor residencial do Porto. Entre 2020 a 2022, vão entrar no mercado cerca de 2.600 habitações, equivalendo assim a oferta dos anos anteriores.

Por conseguinte e para finalizar, o estudo permite ter uma visão mais ampla de todo o setor habitacional do Porto, atualmente um destino muito apreciado e apetecível para portugueses e estrangeiros. Assim, é possível concluir que o mercado residencial do Porto ainda tem muita capacidade de crescimento, mesmo que até agora tenham sido os compradores Portugueses quem mais se destacaram.

 

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Cinco District: Projeto Revolucionário em Carnaxide já está a atrair muitas Empresas

Anunciado no passado mês de Março, o plano de construção do complexo imobiliário Cinco District, vai rondar os 80 milhões de Euros. Trata-se de um investimento conjunto do The Edge Groupe e da Ceetrus, empresa de imobiliário do Grupo Auchan. Já existem muitas empresas interessadas nos futuros espaços de escritórios que ali irão nascer.

O CEO do The Edge Group, José Luís Pinto Basto, revela que o Cinco District é o maior projeto individual que a empresa alguma vez teve em mão. Com cerca de 40.000 m2, situados às portas de Lisboa, em Carnaxide, a zona é ativamente procurada por muitas empresas, porque neste momento está gravemente a escassear oferta de escritórios no centro da capital, causando igualmente a subida de preço.

O responsável defende que o Cinco District, é um projeto icónico e revolucionário no campo do que são as melhores soluções modernas de sustentabilidade. O empreendimento integra uma torre de 20 pisos com 80 metros de altura, dois outros edifícios de escritórios, um hotel do Grupo Marriott, jardins interiores e exteriores, e uma praça para receber eventos diversos. O CEO está confiante que até final deste ano irão obter uma pré-comercialização, que permitirá uma maior tranquilidade para iniciar a construção.

Relativamente a quantidade de interessados, o empresário admite claramente que o projeto se encontra já em fase de comercialização, e mesmo tendo em conta que o mesmo só deverá estar concluído no segundo semestre de 2021, já existe uma lista de empresas interessadas com bastante potencial. Algumas delas estão em edifícios antigos e procuram instalações mais modernas, outras empresas mais novas pretendem entrar no mercado, e há ainda muitas Startups a procura de escritórios.

Efetivamente, continua a haver uma enorme falta de oferta, sobretudo de escritórios de grandes dimensões. Assim, uma das mais-valias do Cinco District, é a introdução no mercado de escritórios de uma oferta quase inexistente, além de apresentar por piso mais de 4.000 m2, que muitas empresas valorizam.

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Mercado Residencial do Porto Ganha mais de 200 Novas Casas por Mês

O Porto tem ganho estatuto e tem sido apontado como uma boa referência no mercado, para quem deseja investir no imobiliário. A nova oferta é marcada pelas tipologias mais pequenas

O Porto registou a entrada de 5.666 fogos em processo de licenciamento, só nos últimos dois anos, volume esse distribuído por 830 projetos residenciais. Contas feitas, resulta numa média de 236 novas casas a entrarem no mercado residencial todos os meses. Esta constante oferta vem reforçar a posição do Porto, como o segundo concelho com o maior pipeline residencial de Portugal. Sem surpresas, é Lisboa que lidera nesses mesmos últimos dois anos, com uma carteira de 7.517 unidades num total de 876 projetos.

Os dados verificados são provenientes de um sistema estatístico do Pipeline Imobiliário, que se baseia nos pré-certificados energéticos emitidos na fase de projeto pela ADENE. Estes integram obrigatoriamente os processos de licenciamento municipal de obras, excepto de obras menos profundas de reabilitação ou de obras em edifícios classificados. Assim, esta base de dados abrange a totalidade do universo de novas obras em lançamento e de reabilitação.

Reabilitação mantém plena atividade

Efetivamente, a reabilitação é o tipo de obra que predomina na habitação em pipeline no Porto, ao concentrar em 2017 e 2018, dois terços dos projetos contabilizados, ou seja, 550 projetos, e cerca de metade dos fogos: 2887 unidades. Deste modo, a construção nova origina 2.779 fogos distribuídos por 280 projetos. 

A nível de tipologias, as habitações de pequena dimensão dominam no pipeline em desenvolvimento do concelho. Os T0 e T1 concentra 62% das unidades nos últimos dois anos, com especial relevância na zona da Baixa e Centro Histórico, ao concentrar quase metade (42%) de toda a carteira do concelho.

É precisamente na Baixa que os T0 e T1 representam três quartos de todos as casas que entraram em processo de licenciamento, nos últimos dois. Dado que se trata da zona com maior propensão turística, o investimento residencial tem se inclinado para as tipologias que respondem mais eficazmente à utilização de curta-duração, ou seja, as de menor dimensão.

Para concluir e em termos geográficos, o Centro Histórico manteve-se como o primeiro destino de investimento em habitação no Porto: 42% dos fogos contabilizados. Seguem-se Paranhos, Bonfim e Marginal, com quotas de 10% a 14%; e Ramalde, Foz e Campanhã com quotas de 5% a 7% nos fogos em desenvolvimento.

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Paço de Arcos: Emblemático Edifício Villa Longa Reabilitado para Habitação Jovem

A Câmara Municipal de Oeiras já investiu até a data num total de 8,7 milhões de Euros, na aquisição e reabilitação de casas no âmbito do Programa Habitação Jovem. A Autarquia prevê investir 6 milhões de Euros nos próximos anos, ao reabilitar os prédios já adquiridos em Paço de Arcos, Algés, Oeiras, Dafundo, Carnaxide e Porto Salvo.

A Câmara de Oeiras já iniciou as obras de recuperação do Villa Longa, o sexto e maior edifício a ser reabilitado em Paço de Arcos no contexto do Programa de Habitação Jovem do município. Trata-se de um investimento de 2 milhões de Euros, cuja obra de reabilitação foi entregue à empresa Loviril. O Presidente, Isaltino Morais, salienta a imponência do Edifício Villa Longa, como uma das mais expressivas do Concelho de Oeiras, pelo seu valor arquitetónico, bem como pela sua histórica presença nesta região da Grande Lisboa.

Localizado no número 3-5 da Travessa do Villa Longa, o emblemático edifício de autor desconhecido, apresenta um traçado híbrido que combina o espírito neoclássico e a arquitetura Arte Nova, presentes na utilização do arco abatido e as janelas-frestas de gosto revivalista. 

De planta retangular, este “corpulento” edifício ergue-se num único volume em forma de paralelepípedo, com 4 pisos e águas furtadas. As tipologias de grande dimensão, tão características de 1910, época da sua construção, vão ser reconvertidas em 32 casas para jovens. Estão previstos 22 apartamentos T1 e 10 apartamentos T0, numa área de construção de 2.277m2. A antiga garagem irá manter o seu uso.

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