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Sintra: 25 Milhões Investidos na Expansão do Belas Clube de Campo

A construção de 50 apartamentos e 15 “townhouses” já está em marcha, com previsão de entrega das primeiras habitações no verão de 2021.

No complexo Belas Clube de Campo, no concelho de Sintra, estão a ser investidos pelo Grupo André Jordan, 25 milhões de Euros na construção de 50 novos apartamentos e 15 “Townhouses” (moradias). A Construtora Casais, está a dirigir as obras em curso, e a entrega das primeiras unidades está prevista em Junho de 2021.

Em termos concretos, os 50 apartamentos ficarão distribuídos por 3 prédios de quatros pisos, com tipologias que vão de T1 a T3. Todos os apartamentos têm varanda, com uma área útil situada entre os 89 e 169 m2 e com um preço de venda a começar nos 420.000 Euros. É de salientar, que os apartamentos de rés-do-chão designados por Garden, dispõem todos ainda de um jardim e piscina privativa, com área exterior a rondar entre 40 e 120 m2.

Quanto às “Townhouses”, estas são todas de tipologia T4 com 265 m2, cuja área ajardinada varia entre os 56 e os 753 m2. Existe piscina privativa para os lotes de maior dimensão. Segundo o Arquiteto Eduardo Capinha Lopes, os edifícios apresentam uma arquitetura moderna e sofisticada, e perfeitamente integrados na natureza envolvente. Além disso, os edifícios estão equipados ainda com as inovações sustentáveis mais recentes ao nível da construção, dos materiais e das tecnologias.

Os promotores ao destacar a sustentabilidade e eficiência energética como ponto fulcral do desenvolvimento dos novos projetos no Belas Clube de Campo, adiantam igualmente que os novos edifícios já estão validados com o AQUA+ pela ADENE. A Agência para a Energia criou um novo índice de desempenho hídrico, que avalia a incorporação de medidas concretas para uma gestão de água eficiente. Deste modo, estão munidos de vários equipamentos e sistemas inovadores na vanguarda das boas práticas ambientais, com classificação A+ e certificados pelo sistema LiderA.

O Grupo André Jordan acrescenta ainda que os novos projetos estão inseridos no plano de desenvolvimento do Lisbon Green Valley, que prevê numa primeira fase, pode contar com a construção de 366 unidades entre “Townhouses”, apartamentos e lotes para construção de moradias unifamiliares.

Consequentemente, a nova oferta do Lisbon Green Valley surge para responder a uma crescente procura por projetos inovadores. Trata-se de imóveis de alta qualidade arquitetónica e construção sustentável, com um enquadramento perfeito e localização única. Além disto, algumas soluções muito procuradas por clientes estrangeiros são incorporadas nessa nova oferta, como é o caso de todos os quartos serem suites.

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Zona Norte de Lisboa vai receber Construções Novas para Famílias

Um novo Empreendimento denominado Casas do Rio, vai nascer em Alhandra, zona norte da capital, num projeto residencial destinado à classe média portuguesa.  conta com tipologias de T3 a T5 e áreas compreendidas entre os 239 e os 518 m2. Este investimento de cinco milhões de Euros, orientado pela Finangeste, prevê um condomínio fechado composto por 20 moradias com uma piscina e ginásio comum.

O CEO da empresa de recuperação de créditos e gestão de ativos imobiliários, frisa que existe uma procura cada vez acentuada por parte da classe média portuguesa de casas para as suas famílias. Além disso, a empresa revela ainda que os seus próximos investimentos consistem em 2 projetos de reabilitação para nova habitação, na Baixa de Lisboa e nas Avenidas Novas. As obras têm inicio antes do final de 2019, traduzindo-se num investimento de mais de 15 milhões de Euros.

A Finangeste é uma empresa pública, criada em 1978 pelo Governo Português, que faz atualmente parte de um grupo integrado de empresas de recuperação de crédito e de desenvolvimento imobiliário, tendo uma nova estrutura acionista desde 2015.

No total, a empresa é responsável pela gestão de carteiras de créditos não produtivos (NPL) no valor de 1,2 mil milhões de Euros e de ativos imobiliários no valor de 600 milhões de Euros. Nos dois últimos anos captou cerca de 500 milhões de Euros de investimento internacional, para o desenvolvimento de projectos imobiliários em todo o país.

Os principais ativos geridos pela empresa englobam créditos sobre grandes empresas, com garantias hipotecárias ou não; créditos sem garantia; imóveis; projectos imobiliários e participações financeiras em diferentes tipos de sociedade.

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Investimento Chinês de 300 Milhões vai Construir Casas em Monsanto

A antiga Pedreira do Alvito, junto ao parque florestal de Monsanto, vai tornar-se num dos maiores projetos imobiliários de Lisboa, pela mão do Grupo chinês EMGI. Trata-se de um investimento de 300 milhões de Euros nos terrenos, que pertenceram ao BCP.

A Encosta da Tapada, junto ao estádio do Atlético Clube de Portugal, é a principal área de intervenção do Plano de Pormenor da Pedreira do Alvito, aprovado pela Assembleia Municipal de Lisboa em dezembro de 2015, cobrindo 21 hectares na freguesia de Alcântara. Desde o seu encerramento no século XX, os terrenos da Pedreira do Alvito têm sido ocupados ilegalmente, encontrando-se neste momento degradados.

O projeto imobiliário em questão prevê uma área total de construção de 120.000 m2, bem como a construção de cerca de 550 apartamentos, escritórios e ainda espaços comerciais. Do conjunto de apartamentos, 25% destinam-se ao Programa de Renda Acessível, enquanto que os restantes serão colocados no mercado de venda livre, visando sobretudo compradores Portugueses.

Trata-se de um importante projeto que irá contribuir para a revitalização do Vale de Alcântara, além de ter forte potencial para trazer mais de 1.000 novos residentes para a zona ocidental de Lisboa. Em termos concretos, o empreendimento para além de abranger 87.000 m2 de habitação, 22.000 m2 de escritórios e 11.000 m2 de retalho, contempla ainda 900 lugares de estacionamento, espaços verdes, uma escola, um lar de terceira idade e novos acessos ao Bairro de Alcântara.

Por conseguinte, o investimento do Grupo imobiliário chinês EMGI engloba o valor da compra do terreno, infraestruturas, projetos de arquitetura, obras de construção, bem como todos os outros custos associados ao processo de promoção. Assim, o Grupo tem apostado sobretudo em projetos de reabilitação residencial na capital, já com seis projetos em carteira: o condomínio de luxo República 55, o República 37, Palmela 21, Square 53 e Rodrigo da Fonseca 40.

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Amoreiras: Já Iniciaram as Obras de Construção do Edifício Tower–Urban Feel pela Alves Ribeiro

A promotora imobiliária Vanguard Properties (VP), responsável pela comercialização do novo projeto na zona das Amoreiras, anunciou recentemente o arranque das respetivas obras em Lisboa, num investimento avaliado em 30 milhões de Euros. Trata-se de uma torre residencial com 34 apartamentos e 15 pisos acima do solo, denominada A’Tower – Urban Feel, cujas obras vão prolongar-se por 18 meses, pela mão da Alves Ribeiro S.A.

Projetado pelo atelier Saraiva & Associados, trata-se um edifício de escritórios que está a ser reconvertido num edifício de habitação, cuja arquitetura contemporânea e mistura de materiais nobres conferem um ambiente moderno e acolhedor. Além dos acabamentos sofisticados, as linhas dinâmicas acentuadas pelas várias varandas, oferecem vistas panorâmicas sobre o Parque de Monsanto e o centro da cidade.

Outro detalhe que certamente irá atribuir uma certa distinção ao edifício, é a intervenção artística prevista numa das empenas do edifício, e que ocupará uma superfície vertical com cerca 500 m2. A promotora acrescenta ainda que todos os residentes terão à disposição em zonas comuns, piscina exterior na cobertura do 16º piso, bem como piscina interior, SPA, ginásio, parque, portaria e serviço de Concierge.

Assim, de acordo com o Director da VP, o projeto A’Tower – Urban Feel distingue-se pela enorme qualidade, exclusividade, localização e vistas excecionais. O responsável está confiante que o empreendimento será um sucesso à nível comercial, e que se tornará num dos marcos arquitetónicos da capital. O responsável salienta ainda que nenhum pormenor no âmbito da qualidade de materiais, design, decoração e conforto foi deixado ao acaso.

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Projeto Lapa River: Centro de Lisboa volta a ser Aposta do JPS Group

A Promotora JPS Group está a apostar de novo no centro da cidade, desta vez, com o Lapa River. Trata-se de um pequeno condomínio de luxo resultante da reabilitação de um prédio dos anos 30, em pleno coração do bairro histórico da Lapa, com vista para o rio Tejo.

O edifício cujo charme será preservado e refinado, é constituído por 10 apartamentos, nos quais será utilizada uma linguagem arquitectónica elegante e simples nos interiores. Além disso, estarão presentes detalhes de luxo e conceitos inovadores como, por exemplo, o coliving associado ao histórico. No exterior, o Lapa River integra uma piscina com um jardim comum ao condomínio, e ainda uma sala de convívio onde as novas tecnologias se encontrarão por toda a parte.

O CEO da JPS Group, João Sousa salienta que os apartamentos foram projetados com toda a privacidade e conforto, onde se apostou forte na última tecnologia para um melhor aproveitamento dos apartamentos. As habitações estão inseridas num condomínio onde não faltarão igualmente espaços para conviver.

Além do Lapa River, cujo lançamento está previsto ainda para 2019, a promotora encontra-se também a desenvolver outros projectos residenciais fora do centro de Lisboa. As obras do SkyCity e o Dream Living em Carnaxide, estão a avançar a grande velocidade, e os trabalhos do empreendimento Sea View Residence na Ericeira, vão iniciar brevemente.

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Gaia: Armazéns do Vinho do Porto Convertidos em Novo Condomínio de Luxo

Encontra-se em marcha um novo projeto imobiliário a ser desenvolvido no Cais de Gaia. Com vista para o rio Douro e a cidade do Porto, os seis antigos armazéns de vinho do Porto requalificados, poderão ser destinados para habitação ou exploração turística.

As obras do novo empreendimento The Rebello promovido pela Consultan, arrancaram no presente mês, e vão conservar o essencial das antigas fachadas dos armazéns ali instalados desde o século XVIII. O promotor estima que as primeiras casas comecem a ser habitadas em 2021, com preços de venda desde os 220.000 Euros.

Assim, os trabalhos de requalificação consistem em transformar os 6 antigos armazéns de vinho do Porto, em 106 apartamentos de luxo. Localizados mesmo ao lado das Caves do Vinho do Porto, 46 desse conjunto de 106 apartamentos, ficarão de fora do modelo hoteleiro. Contudo, os restantes 60 apartamentos ficarão disponiveis para exploração turística.

Guilherme Grossman, o responsável por este projeto, frisa que se trata de um dos grandes projetos desenvolvidos pela Consultan no Porto, e foi especialmente desenhado para investidores. Deste modo, será possível assinar um contrato de exploração turística aos compradores destes imóveis, para que em determinados períodos do ano, possam transformar-se em parte de um hotel.

Todos os apartamentos integrados neste modelo hoteleiro, recebem um serviço de manutenção associado a esta prestação de serviços, e terão os seus quartos decorados pelo gestor hoteleiro. A rentabilidade anunciada para esta modalidade é de 4% ao ano, durante 3 anos. Ao fim do quarto ano, é oferecido um rendimento proporcional à ocupação do apartamento, a rondar os 6%. 

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Paço de Arcos: Emblemático Edifício Villa Longa Reabilitado para Habitação Jovem

A Câmara Municipal de Oeiras já investiu até a data num total de 8,7 milhões de Euros, na aquisição e reabilitação de casas no âmbito do Programa Habitação Jovem. A Autarquia prevê investir 6 milhões de Euros nos próximos anos, ao reabilitar os prédios já adquiridos em Paço de Arcos, Algés, Oeiras, Dafundo, Carnaxide e Porto Salvo.

A Câmara de Oeiras já iniciou as obras de recuperação do Villa Longa, o sexto e maior edifício a ser reabilitado em Paço de Arcos no contexto do Programa de Habitação Jovem do município. Trata-se de um investimento de 2 milhões de Euros, cuja obra de reabilitação foi entregue à empresa Loviril. O Presidente, Isaltino Morais, salienta a imponência do Edifício Villa Longa, como uma das mais expressivas do Concelho de Oeiras, pelo seu valor arquitetónico, bem como pela sua histórica presença nesta região da Grande Lisboa.

Localizado no número 3-5 da Travessa do Villa Longa, o emblemático edifício de autor desconhecido, apresenta um traçado híbrido que combina o espírito neoclássico e a arquitetura Arte Nova, presentes na utilização do arco abatido e as janelas-frestas de gosto revivalista. 

De planta retangular, este “corpulento” edifício ergue-se num único volume em forma de paralelepípedo, com 4 pisos e águas furtadas. As tipologias de grande dimensão, tão características de 1910, época da sua construção, vão ser reconvertidas em 32 casas para jovens. Estão previstos 22 apartamentos T1 e 10 apartamentos T0, numa área de construção de 2.277m2. A antiga garagem irá manter o seu uso.

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Casas Municipais Disponíveis também na Lapa e Arroios para Inquilinos em Risco

Depois das freguesias lisboetas de Santa Maria Maior, Misericórdia, Santo António e São Vicente, agora é a vez dos inquilinos da Estrela e Arroios terem a possibilidade de se candidatar a uma casa municipal, em caso de risco comprovado de perda de habitação. 

O Programa Habitar o Centro Histórico, criado pela Câmara Municipal de Lisboa, tem o intuito de dar resposta à pressão imobiliária que atinge os moradores da zona histórica da capital, desde a entrada em vigor da Lei das Rendas e o crescimento desenfreado do turismo.

Assim, as candidaturas à 2ª Edição do Programa Habitar o Centro Histórico, arrancaram no passado mês de maio, contemplando este ano 50 fogos da Autarquia. Qualquer habitante que morar há mais de dez anos nas referidas freguesias e que esteja em risco comprovado de despejo, está apto a participar no concurso.

Entende-se por situação de risco comprovado, qualquer condição resultante da falta de renovação de contrato ou por uma subida vertiginosa de renda, que se apresenta impossível de comportar face aos rendimentos do agregado familiar. Encontra-se igualmente em situação de risco, quem já tenha sido vítima de despejo ou expulso da sua casa naquelas freguesias, por não renovação de contrato no último ano.

Das 100 casas disponíveis na 1ª Edição do Programa, 66 foram atribuídas e abrangidas apenas nas freguesias de Santo António, Santa Maria Maior, São Vicente e Misericórdia, na zona histórica da cidade. De facto, como a bolsa de fogos disponível não foi utilizada na sua totalidade, foi decidido a abertura de um segundo concurso mais abrangente. Deste modo, uma maior disponibilidade de património nas zonas de Arroios e Estrela, irá permitir a utilização de habitação passível de reabilitação no período de um ano.

Por conseguinte, para esta segunda edição são recuperados os fogos que não foram atribuídos. Assim, as 50 casas municipais agora disponíveis, serão repartidas por um total de 5 freguesias: 15 na Estrela, 12 em Santa Maria Maior, 9 na Misericórdia, 8 em Arroios e 6 em São Vicente.

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